Decálogo Des-orientador (ou um octólogo com um preâmbulo) Virgínia Fontes

Raquel Varela

Zero: Somos adultos, somos iguais, queremos ser companheiros na produção do conhecimento. Nossa relação é voluntária e deve ser o mais livre possível — a qualquer momento, o “divórcio” é possível. Não pode haver constrangimentos nessa área. Para facilitar nossa vida, que tal enfrentar algumas definições? Eis algumas:

  1. Orientação não é maternidade. Mãe, basta uma!!!
  2. A tese é sua! Ela é de responsabilidade de quem a redige: louros e destroços cairão sobre sua própria cabeça.
  3. A bolsa – ou sua reivindicação – é sua prorrogativa e, além disso, não abre percentual para o orientador. Tudo o que a concerne é problema seu!!! Prazos, condições, relatórios, exigências, são os ossos do ofício. Atenção, pois a participação da orientadora nas reuniões do Colegiado não assegura conhecimento pleno de minudências fundamentais para a recepção/renovação das bolsas.

3a. A mesma regra vale para os prazos legais dos cursos. A orientação, em princípio, diz…

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